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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ELEIÇÕES NO CONSELHO NACIONAL DAS GUARDAS MUNICIPAIS

A história está escrevendo neste momento a vitória de poucos em detrimento da DERROTA DE MUITOS.

O 21° Congresso Nacional das Guardas Municipais realizou no dia 19 de agosto ultimo em Novo Hamburgo/RS, mais uma eleição para Conselho Nacional das Guardas Municipais (CNGM).

Em razão das eleições, nas ultimas semanas, um movimento de oposição ao atual modelo de gestão do CNGM lançou seu candidato à presidência.

Mais que um candidato, este movimento lançou suas bandeiras e propostas de trabalho em prol da representatividade institucional das Guardas Municipais.

A história da humanidade nos ensina que idéias de mudanças, por melhores que sejam, nem sempre agradam os detentores do poder. Não foi diferente nesta eleição em Novo Hamburgo. O Movimento representado pela candidatura de André Tavares sofreu com manobras de bastidores, mudanças nos Estatutos Sociais e nas regras de eleição aprovadas em Assembléias irregulares.

Atrelamento político e financiamento de diárias em favor de aliados da situação são alguns dos exemplos do que vimos neta eleição.

O pior dos mundos foi o processo de difamação que sofremos por “culpa” de nossa “capacidade de trabalho”. Quem não tem o que mostrar se preocupa em falar mal dos outros. Quem esteve em Novo Hamburgo viu, que com a ausência do IPECS a frente da organização do Congresso, quem perdeu foi o próprio evento e os guardas.

Mas este movimento não para por aqui. O comandante Andre ainda representa para nós, o anti-personalismo.  O ideal de uma organização legitimada pela democracia interna e “comprometida” com as demandas institucionais das Guardas e seus quadros de carreira.

No final de setembro em Santos, este movimento fundará a Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil (CONGM) e levará a cabo as propostas idealizadas por grandes lideranças de nosso movimento. Dentre estas está a profissionalização na gestão dos Encontros Nacionais, a criação de um portal institucional na internet, a criação de um banco de dados de integração das informações das guardas e a fundação de uma sede nacional em Brasília. Estas medidas são fundamentais para manter a autonomia e independência política das Guardas.

Na relação com o governo federal é nossa bandeira que a SENASP modifique os critérios de liberação de recursos, criando um índice que possa remunerar os municípios. Não apenas por aprovação de projetos, mas anualmente, por critérios de custeio de sua estrutura permanente ao invés de indicadores de criminalidade.
Vamos reivindicar o mesmo aos estados federados.

Reivindicações como esta não poderão ser levantadas com atrelamento político e muito menos sem independência financeira de nossos órgãos de representação institucional.
Trabalharemos pela;

Geração de receita para nosso órgão de representação;

Apoio ao Desenvolvimento e integração das guardas das regiões mais distantes dos grandes centros;

Reuniões descentralizadas apoiando as etapas regionais do Fórum Nacional de Segurança Municipal;

Independência Política;

Fortalecimento das Representações Estaduais;

Fortalecimento do diálogo com as entidades de classe dos guardas municipais, Orientação dos gestores nas ações de fortalecimento e valorização das carreiras;
Como já dissemos uma vez, esta candidatura, hoje representada pelo comandante André pertence a um conjunto de idéias.

A uma proposta de valorizar os profissionais das Guardas, seus quadros de carreira e a melhoria de nossos serviços em prol da população.

O Instituto IPECS foi criado no seio destas lutas e apoiará estas bandeiras porque seus dirigentes também são oriundos das guardas municipais.

Vamos escrever uma nova página na história.

Aquela em que, quando poucos perdem, muitos GANHAM.